Para dar Feedback, todo cuidado é pouco

PARA DAR FEEDBACK, TODO CUIDADO É POUCO!

Por Simoni Missel

Nem sempre percebemos o impacto que nossos feedbacks podem causar no taker, (neste artigo usaremos a nomenclatura publicada no livro Feedback Corporativo, que escrevi a partir de 20 anos de estudos sobre este tema, onde Taker é aquele que recebe o feedback e Feeder é quem dá o feedback).

No dia a dia do trabalho, quando precisamos dar um feedback corretivo em relação às atitudes de um subordinado, encontramos grande dificuldade para perceber qual o melhor momento, as palavras certas, o tom de voz ou intensidade da emoção. Muitas vezes, nos costumamos a falar de forma impulsiva, a fim de aliviar a ansiedade, sem avaliar ou refletir sobre os possíveis riscos dessa postura. Essa atitude pode até piorar a situação em torno do assunto do feedback.

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Inteligência Emocional como diferencial

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL COMO DIFERENCIAL

Por Claudio D’Amico

 

Manter o equilíbrio nas situações de tensão e estresse é um dos principais requisitos de um gestor.

Ninguém gosta de trabalhar com um gestor que utiliza de intimidação e jogos de poder para atingir metas, menos ainda de estar ao lado de um colega que perde facilmente o controle durante o dia a dia. A busca do equilíbrio diante de situações de conflito e saber lidar com o estresse, coloca cada vez mais como regra do jogo a inteligência emocional (IE).

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5 passos para aumentar o Engajamento

5 PASSOS PARA AUMENTAR O ENGAJAMENTO.

Baseado em artigo da Revista Forbes

*Por Ricardo Missel

Um relatório apresentado pelo Instituto Gallup traz um dado bastante preocupante sobre a força de trabalho nas organizações: apenas 15% das pessoas no mundo está realmente engajada com seu trabalho. Estar engajado, nesse relatório, significa investir seu tempo, talento e energia para desenvolver suas atividades em busca dos resultados. Além disso, o relatório ainda mensura que o custo de manter pessoas pouco ou nada engajadas com o negócio gira em torno de U$ 550 bilhões de dólares por ano, apenas nos Estados Unidos.

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Ambidestria: a habilidade essencial dos melhores CEOs

AMBIDESTRIA: A HABILIDADE ESSENCIAL DOS MELHORES CEOs

*Por Ricardo Missel

Muitos estudos sobre competências tentam analisar e descobrir quais são as habilidades mais relevantes para os CEOs das empresas. Isso porque, na maioria das vezes, o sucesso ou fracasso das organizações é diretamente relacionado as capacidades desses profissionais, e a forma como eles conduzem a gestão dos negócios.

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