Somos especialistas no desenvolvimento de líderes para a alta performance

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Missel Consultoria - Desenvolvimento de Lidenraças

Somos especialistas no desenvolvimento de líderes para a alta performance

A Missel Consultoria

Há 40 anos criamos soluções customizadas para o desenvolvimento de líderes e equipes de alta performance, combinando expertise em comportamento organizacional e soluções estratégicas personalizadas. Nossa bagagem de experiências e conhecimentos coordenando programas de desenvolvimento de líderes e talentos nos mostrou que cada empresa possui uma cultura de gestão de pessoas. Portanto, identificar essa cultura e adaptar as soluções para o contexto do cliente é fator crítico de sucesso para o nosso trabalho.

Há 40 Anos criando soluções para desenvolver competências

Fachada - Os Impactos da Divergência Cultural nas Empresas
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Gestão de Pessoas

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Líderes x Chefes

A postura autoritária e pouco inspiradora de profissionais em cargos estratégicos compromete o engajamento, a retenção de talentos e a execução da estratégia.

Dificuldade de identificar talentos

A dificuldade em reconhecer os profissionais com maior potencial, seja internamente ou no mercado, limita o desenvolvimento das equipes e a competitividade da empresa.

Falta de inteligência emocional nos líderes

A ausência de inteligência emocional nos profissionais em cargos de liderança resulta em conflitos mal gerenciados, dificuldade em lidar com feedbacks e baixa empatia, afetando a colaboração e a harmonia das equipes.

Resistência à mudança

Líderes que resistem à inovação ou a novas formas de trabalhar criam barreiras para a adaptação organizacional, prejudicando a competitividade da empresa em um mercado em constante transformação.

Desenvolvimento de Pessoas e Organizações

Nossa Soluções

ACADEMIA DE LÍDERES
Academia de Líderes - Missel Consultoria

Programa de Desenvolvimento completo através de uma série de treinamentos para formação de lideranças adaptadas ao novo cenário das empresas

COACHING EXECUTIVO
Coaching Executivo -  Missel Consultoria

Nosso método é exclusivo, baseado na escola americana e canadense e foi desenvolvido por especialistas em comportamento com mais de 25 anos de experiência.

ASSESSMENT - MaP®
Assessment  Missel Consultoria

O MaP é a ferramenta de mapeamento de competências comportamentais que auxilia processos de gestão de pessoas, R&S, carreira e sucessão.

PROGRAMA DE EVOLUÇÃO CULTURAL
Programa Cultura  Missel Consultoria

Um Programa para tornar a cultura um diferencial do seu negócio, baseado em dados científicos e metodologia de reconhecimento internacional.

Teste de Liderança

Identifique qual é o perfil de liderança mais presente no seu local de trabalho

Teste de Liderança - Missel Consultoria

Acesse conteúdos diferenciados sobre Cultura, Estratégia e Gestão de Pessoas

Acompanhe nosso blog

Por Ricardo Missel 26 de março de 2025
A gestão de pessoas tem se tornado cada vez mais estratégica dentro das organizações. Em um cenário onde a competitividade e a eficiência são determinantes para o sucesso do negócio, a visão sistêmica do gestor de pessoas desempenha um papel fundamental na definição da estrutura organizacional. Isso porque as decisões relacionadas à configuração do organograma impactam diretamente a produtividade, a colaboração entre áreas e, consequentemente, os resultados empresariais. O Que é a Visão Sistêmica na Gestão de Pessoas? A visão sistêmica pode ser definida como a capacidade de compreender a empresa como um todo, considerando suas interdependências e a influência de cada setor nos resultados gerais. No contexto da gestão de pessoas, isso significa enxergar além das funções individuais e entender como as interações entre diferentes equipes e áreas contribuem para o desempenho global da empresa. Quando um gestor de pessoas possui essa perspectiva, ele não apenas aloca profissionais para preencher cargos, mas estrutura a organização de maneira estratégica. Isso envolve compreender a cultura corporativa, os objetivos de longo prazo e os desafios específicos do setor para garantir que a distribuição das funções esteja alinhada com a proposta do negócio. Estruturando o Organograma Ideal A estrutura organizacional de uma empresa deve refletir sua estratégia de atuação no mercado. Um organograma bem desenhado facilita a comunicação, promove eficiência operacional e evita sobrecarga ou desalinhamento de funções. No entanto, criar essa estrutura ideal requer um olhar atento para diversos fatores, tais como: Objetivos do negócio: O organograma deve estar alinhado às metas estratégicas da empresa. Se a prioridade é inovação, por exemplo, pode ser necessário criar equipes mais autônomas e interdisciplinares. Fluxos de trabalho: Entender como as áreas interagem é essencial para evitar silos organizacionais que dificultam a colaboração. Competências e perfis profissionais: As pessoas certas precisam estar nos lugares certos para que a organização alcance alta performance. Flexibilidade e adaptabilidade: Em um ambiente de constantes mudanças, o organograma não deve ser rígido, mas permitir ajustes conforme as necessidades do mercado. A Negociação com Outras Áreas do Negócio Um aspecto muitas vezes subestimado na estruturação do organograma é a necessidade de negociação com outros departamentos. A visão sistêmica permite ao gestor de pessoas dialogar com líderes de diferentes setores para entender suas demandas e alinhar expectativas. Algumas das principais questões envolvidas nessas negociações incluem: Distribuição de talentos: Algumas áreas podem demandar profissionais altamente especializados, enquanto outras podem operar com equipes mais generalistas. Reforço ou reestruturação de times: Com base nas prioridades da empresa, pode ser necessário remanejar profissionais ou criar novas áreas. Definição de responsabilidades e autoridade: Uma estrutura bem definida evita conflitos de competência e melhora a tomada de decisões. Benefícios de uma Estrutura Organizacional Bem Planejada Quando a visão sistêmica é aplicada à gestão do organograma, os benefícios para o negócio são inúmeros. Entre os principais, destacam-se: Melhoria na eficiência operacional: Processos mais bem estruturados e funções bem definidas reduzem desperdícios e retrabalho. Maior engajamento dos colaboradores: Funcionários que entendem seu papel dentro da organização e trabalham em uma estrutura coesa sentem-se mais motivados. Melhoria na comunicação interna: Uma hierarquia bem estabelecida facilita o fluxo de informações e reduz ruídos organizacionais. Maior alinhamento estratégico: Uma equipe estruturada de maneira inteligente está mais preparada para atingir os objetivos da empresa.  A visão sistêmica é uma competência indispensável para os gestores de pessoas que desejam estruturar um organograma eficiente e estratégico. Mais do que apenas distribuir cargos, é fundamental compreender as conexões entre diferentes áreas, negociar com os demais setores e garantir que cada profissional esteja posicionado de forma a gerar o maior impacto possível. Quando bem aplicada, essa abordagem resulta em uma organização mais ágil, eficiente e preparada para os desafios do mercado.
A Importância do Follow-up na Liderança: Como o Acompanhamento Estratégico Impulsiona Resultados e D
Por Ricardo Missel 19 de fevereiro de 2025
Uma liderança eficaz não se limita a delegar tarefas e esperar que os resultados simplesmente aconteçam. Para garantir que metas sejam atingidas e equipes se desenvolvam de forma contínua, um elemento essencial entra em cena: o follow-up. O acompanhamento estruturado das atividades permite que líderes forneçam direcionamento, ofereçam feedbacks construtivos e garantam que os esforços estejam alinhados aos objetivos estratégicos da organização. Mas há um ponto de atenção: follow-up não é microgerenciamento. Enquanto o microgerenciamento sufoca a autonomia dos colaboradores e reduz a confiança, um acompanhamento de qualidade cria um ambiente de aprendizado e crescimento. Segundo um estudo da Gallup, 47% dos funcionários que pedem demissão afirmam que a falta de feedback e reconhecimento foi um dos principais motivos para sua saída. Esse dado reforça a importância do follow-up estruturado como ferramenta para manter profissionais engajados e produtivos. Follow-up vs. Microgerenciamento: Qual a Diferença? O microgerenciamento é um dos grandes vilões do ambiente de trabalho. Líderes que microgerenciam estão constantemente monitorando cada pequeno detalhe, exigindo atualizações excessivas e centralizando decisões, o que desmotiva os colaboradores e inibe a criatividade. Um estudo publicado pela Harvard Business Review apontou que 69% dos funcionários que trabalham sob microgerenciamento consideram mudar de emprego, devido à falta de autonomia e ao impacto negativo na confiança. Já o follow-up eficaz tem um objetivo diferente: orientar sem controlar. Ele envolve reuniões regulares de alinhamento, feedbacks estruturados e revisões estratégicas para garantir que os projetos avancem conforme o planejado, sem que o líder precise se envolver em cada detalhe operacional. O acompanhamento adequado permite que os colaboradores saibam onde estão indo bem e onde podem melhorar, fortalecendo sua performance e desenvolvendo habilidades essenciais para o crescimento profissional. Benefícios do Follow-up Estruturado Clareza de Expectativas e Direcionamento Quando um líder faz follow-up de forma estruturada, os colaboradores sabem exatamente o que se espera deles e quais são os critérios de sucesso. Isso evita desalinhamentos e mantém todos focados nos resultados estratégicos da empresa. Feedback Contínuo e Desenvolvimento Profissional Segundo um relatório da Zenger Folkman, líderes que fornecem feedback regularmente aumentam em 89% o engajamento dos funcionários. O follow-up eficaz permite que o gestor ofereça insights sobre o desempenho da equipe, ajudando cada membro a aprimorar suas habilidades e corrigir eventuais desvios antes que eles se tornem problemas maiores. Aumento da Produtividade e Responsabilidade O acompanhamento periódico ajuda os colaboradores a manterem o foco, pois sabem que suas entregas serão revisadas e discutidas. Um estudo da McKinsey revelou que equipes que passam por reuniões regulares de alinhamento aumentam sua produtividade em até 25%, devido à clareza nas metas e prioridades. Identificação Rápida de Obstáculos Sem um acompanhamento adequado, problemas podem passar despercebidos até que seja tarde demais. Um follow-up eficaz permite que desafios sejam identificados e resolvidos rapidamente, antes que afetem o desempenho do time ou o resultado final do projeto. Fortalecimento da Cultura de Confiança e Engajamento Quando os líderes acompanham o progresso das equipes sem sufocar sua autonomia, criam um ambiente de confiança. Os colaboradores se sentem valorizados e apoiados, o que reforça o comprometimento e o senso de pertencimento. Como Implementar um Follow-up Eficaz? Defina Objetivos Claros: Antes de iniciar um acompanhamento, os líderes precisam ter metas bem definidas para que possam orientar suas equipes de forma precisa. Estabeleça Reuniões de Check-in Regulares: Pequenos encontros semanais ou quinzenais podem ser suficientes para alinhar prioridades, acompanhar o progresso e fornecer feedbacks. Use Ferramentas de Gestão de Desempenho: Softwares de gestão de tarefas, como Trello, Asana ou Monday.com, ajudam a acompanhar os projetos sem a necessidade de cobranças excessivas. Adote uma Comunicação Aberta e Transparente: Os líderes devem encorajar os colaboradores a compartilharem suas dificuldades, garantindo que o follow-up seja uma via de mão dupla e não apenas uma cobrança unilateral. Foquem no Desenvolvimento e não Apenas na Cobrança: O objetivo do acompanhamento não é apenas verificar o que foi feito, mas ajudar os profissionais a crescerem e aprimorarem suas habilidades. Conclusão Um follow-up bem estruturado é uma peça-chave para o sucesso das organizações. Ele garante que os objetivos sejam atingidos, fortalece o desenvolvimento dos colaboradores e cria uma cultura organizacional mais transparente e engajadora. Porém, é essencial que o acompanhamento seja feito de forma equilibrada, sem cair no microgerenciamento. Líderes que dominam a arte do follow-up conseguem extrair o melhor de suas equipes, impulsionando resultados e construindo um ambiente de trabalho mais produtivo e saudável. Afinal, o sucesso de uma organização está diretamente ligado à capacidade de seus líderes em alinhar expectativas, fornecer direcionamento e garantir que todos estejam caminhando na mesma direção.
Por Ricardo Missel 22 de janeiro de 2025
Quando falamos em responsabilidade, temos um pensamento direcionado a acreditar que, quanto mais responsáveis formos, mais atrairemos a confiança das pessoas e seremos respeitados no local onde trabalhamos. Pensar assim é correto, mas não é suficiente por si só quando se fala em responsabilidade. Se observarmos da perspectiva do líder, delegar responsabilidade também é fundamental para criar um contexto de confiança e crescimento coletivo. Nesse sentido, a maioria dos líderes ainda erra quando acredita que assumir responsabilidades é muito mais importante do que compartilhá-las. Em uma pesquisa coordenada pela Qvest, empresa de tecnologia que desenvolve uma plataforma para que as empresas desenvolvam a responsabilidade entre as pessoas, foram identificadas três maneiras básicas para que as pessoas demonstrem responsabilidade e possam desenvolvê-la nos outros. A primeira abordagem é centrada no questionador e em suas intenções ao fazer perguntas. A segunda foca na responsabilidade de quem responde à pergunta. E a terceira e mais relevante abordagem enfoca a cocriação de responsabilidade, ocorrendo quando as pessoas se alternam entre fazer e responder perguntas. Enquanto a maioria dos líderes geralmente se concentra na segunda abordagem, respondendo a perguntas em vez de fazê-las, a terceira abordagem é a mais eficaz. A pesquisa mostra que usar perguntas para reforçar a responsabilidade compartilhada gera uma cultura onde todos se sentem responsáveis pelo sucesso da empresa. Os líderes costumam priorizar responder perguntas rapidamente e com precisão, e isso cria uma cultura na qual eles sentem orgulho por responder e vergonha por não responder. As três abordagens são correlacionadas com as formas de fazer perguntas:  “Sou responsável (por saber a resposta certa)”: Líderes usam perguntas para se colocarem no centro das atenções, procurando confirmar que todos veem o mundo da mesma forma que eles. “Você é responsável (por fornecer sua própria resposta)”: Líderes usam perguntas para incentivar os indivíduos a encontrarem suas próprias respostas e tomar decisões alinhadas com suas próprias perspectivas. “Nós somos responsáveis ​​(por co-criar a melhor resposta possível)”: Líderes usam perguntas para promover a responsabilidade compartilhada, fazendo com que todos se concentrem em tópicos comuns e contribuam para uma resposta coletiva. A escolha dos pronomes usados nas perguntas (eu, você, nós) influencia quem assume a responsabilidade. A pesquisa mostra que usar “nós” em perguntas promove uma maior conexão entre as pessoas e a responsabilidade compartilhada. Em um ambiente de constante mudança, os líderes podem demonstrar comportamento responsável praticando pequenas mudanças na forma como fazem perguntas. Evitar fornecer respostas imediatas e convidar os outros a explorar e responder perguntas juntos pode criar uma cultura em que a responsabilidade seja compartilhada. Isso permite que a conversa avance e todos contribuam para encontrar soluções. A criação dessa cultura é essencial para lidar com as mudanças e incertezas constantes que as empresas enfrentam.